Não o valorizo por vê-lo todos os dias. Valorizo-o por me lembrar dele em todos os momentos da minha vida. Por ir a qualquer lado e leva-lo sempre comigo. Digo que o odeio pois ele está sempre na minha mente. Digo que o adoro pois ele está sempre no meu coração. E que posso eu fazer? Tornei-me inteiramente responsável pelo que cativei e por momentos vi-o como meu e isso não se esquece. Não quero vê-lo todos os dias, quero apenas que em todos os dias ele me veja a mim, no seu coração.
- inêsfernandes
- «When I give my heart, it will be completely or I'll never give my heart and the moment I can feel that you feel that way too is when I fall in love with you»
Para ti desejo um sol diferente. Um sol que não deixe nenhuma nuvem passar-lhe à frente; Um sol que espalhe brilho e ilumine o mundo, principalmente o teu mundo; Desejo um sol que te aqueça e te faça sorrir; Desejo um sol que olhe por ti quando eu não posso olhar. Desejo um sol que consiga subir mais alto que as montanhas e que não as deixe tapar o seu brilho. Talvez te possa desejar também a lua. Desejo uma lua que te transmita calma; Uma lua que possas admirar o tempo todo; Uma lua a quem possas pedir todos os desejos e ela tenha a capacidade de os cumprir; Uma lua que te crie sonhos e nunca te deixe sozinho; Uma lua onde se fechares um olho, ela não é maior do que o teu pulgar; Uma lua onde se eu fizer o mesmo, saberei que estás comigo, onde quer que estejas. E queres saber uma coisa? Uma das coisas mais belas da vida é olhar para o céu, contemplar uma estrela e imaginar que muito distante ou muito perto, existe alguém olhando para o mesmo céu, contemplando a mesma estrela e murmurando baixinho "que saudade!".
Tavez eu fosse ingênua e apenas me tivesse apaixonado pelos seus belos olhos. Talvez eu nem soubesse o que era amar. Talvez eu nem o merecesse. Mas a vida fez questão de me ensinar, fez questão de me fazer ficar sem ele para lhe saber dar o devido valor, fez questão de me ensinar a amar alguém. E agora que já sei, vai-me recompensar? Talvez. E ele era um nobre vagabundo que lutou pela sua menina. Menina essa que hoje é mulher mas que ainda lhe toca coração, pois o que acabou entre eles não foi o amor, foi a relação. Hoje, quando ele passa eu digo "foi aquele" e ele diz "foi aquela". Talvez ele negue ao mundo o nosso amor e talvez eu negue também, mas enquanto que estamos vivos e sóbrios, ninguém nega isso aos nossos corações, nem nós mesmos. Foi um amor de adultos numa idade de crianças. Um amor louco que ainda hoje nos faz recordar. Nós não vamos durar para sempre mas o nosso amor vai, nem que nunca mais sinta os seus lábios ou as suas mãos, não interessa o que nos separa, o que nos junta será sempre mais forte porque mesmo a km de distância, o coração dele bate pela menina e o dela bate pelo nobre vagabundo. O que é o amor? É uma força interior que nos faz estar juntos mesmo sem estarmos perto.
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